Tropa de Elite 2 traz de forma clara sua proposta, com contornos ideológicos e fácil entendimento expressa uma catarse, explico; Catarse se entende por uma tragédia do teatro grego antigo, no Brasil essa Catarse que impregnamos em cultura e sangue nos persegue de maneira camaleônica, pelo fato que entre tristezas e alegrias talvez os risos de carnaval soem mais alto do que certas lagrimas de dor, e iss
o se reflete em Cinema Nacional, a temática é sempre ligada a Carnaval ou Tragédia, é como se definíssemos nossa autobiografia entre Belo e feio, sem meio termo, sem mais ou menos, sem quase, quero dizer nós enxergamos sofrimentos alheios como impossíveis ao nosso mundo mesmo dividindo a mesma calçada com quem de aleijo vive. Não nego o fato de que o Tropa de Elite 2 levanta uma dialética de extrema importância ao nosso país; por quem brigamos, contra quem e para quem? Talvez a arte por si só (No caso cinema nacional) não tenha tamanha força para desmascarar todos os podres e injustiças de nosso país, até agora os três milhões de brasileiros que assistiram ao filme quem sabe virão a ganhar uma visão critica um pouco mais aguçada. Voltando a questão do filme em si como obra, a segunda edição de José Padilha esta melhor elaborada, a narrativa costura com emendas quase que sem fios os traços da edição, a evolução e transformação dos personagens é algo notável e de grande enriquecimento para a obra de maneira que Fraga e Ten. Cel. Nascimento buscam um objetivo em comum, mas isso fica as cegas do publico até os 15 minutos restantes de filme quando por um luxo do destino seus medos, amores e ideais se vêem em mira de fogo “inimigo”.
o se reflete em Cinema Nacional, a temática é sempre ligada a Carnaval ou Tragédia, é como se definíssemos nossa autobiografia entre Belo e feio, sem meio termo, sem mais ou menos, sem quase, quero dizer nós enxergamos sofrimentos alheios como impossíveis ao nosso mundo mesmo dividindo a mesma calçada com quem de aleijo vive. Não nego o fato de que o Tropa de Elite 2 levanta uma dialética de extrema importância ao nosso país; por quem brigamos, contra quem e para quem? Talvez a arte por si só (No caso cinema nacional) não tenha tamanha força para desmascarar todos os podres e injustiças de nosso país, até agora os três milhões de brasileiros que assistiram ao filme quem sabe virão a ganhar uma visão critica um pouco mais aguçada. Voltando a questão do filme em si como obra, a segunda edição de José Padilha esta melhor elaborada, a narrativa costura com emendas quase que sem fios os traços da edição, a evolução e transformação dos personagens é algo notável e de grande enriquecimento para a obra de maneira que Fraga e Ten. Cel. Nascimento buscam um objetivo em comum, mas isso fica as cegas do publico até os 15 minutos restantes de filme quando por um luxo do destino seus medos, amores e ideais se vêem em mira de fogo “inimigo”.A violência se traduz como diversão no Brasil de maneira que criamos um varejo de atrações.
por Pedro Urizzi em 10 de outubro de 2010

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